
Quando andamos na rua, há muitas pessoas ao nosso redor. Algumas nós vemos, outras não. Entre as que não vemos, há os seres que vieram a este planeta para ajudar alguém em necessidade, e aqueles que estão aqui com o propósito de nos prejudicar. Há os que faleceram e não sabem, por isso continuam por aqui, fazendo o que faziam antes. Outros ainda não conseguem aceitar a ideia de que não pertencem mais a este mundo e ficarão entre nós até que sejam convencidos de alguma maneira.
Muita gente tenta negar a existência desses seres, sem perceber que isso é tão inútil quanto negar a existência do vento, que não podemos ver, mas podemos sentir. Outros sentem uma compulsão de se comunicar com todos esses seres, às vezes por curiosidade, às vezes por um desejo genuíno de compreendê-los. No entanto, a menos que sintamos que esses seres estão aqui para nos ajudar e nos transmitir mensagens positivas, a melhor maneira de se relacionar com eles é ignorá-los. Nós não tentamos conversar com todas as pessoas que vemos na rua. Por que devemos tentar fazer amizade com todos os seres que nos rodeiam, quando não sabemos quem são e por que estão aqui?
Às vezes dá mais certo não se envolver em certas coisas. O nosso coração deve estar sempre aberto para oferecer ajuda e compaixão. Mas devemos respeitar esses seres, sabendo que eles pedirão a nossa ajuda se precisarem dela. Caso contrário, deixando-os tranquilos, em vez de se intrometer em seus negócios, é a atitude mais segura e mais sábia.